A geração Y, formada pelos que nasceram entre meados dos anos 1980 e 1990, é conhecida pela inquietude. Uma pesquisa mundial da PwC descobriu que 38% dos profissionais empregados desta geração estão procurando outro trabalho, enquanto 43% estão abertos a ofertas de emprego. Apenas 18% esperam ficar na mesma empresa como um plano a longo prazo.

Estudos constatam que a Geração Y é a que mais muda de emprego e revelou que 71% desses profissionais ficam de 3 a 6 meses numa mesma companhia. A dificuldade em reter os talentos é tão grande ou maior do que a de contratar. Isso porque nem sempre os jovens se sentem desafiados e engajados. Esse talento vem e vai embora para o mercado. Ao mesmo tempo, essa mão de obra é importante para a organização.
A recomendação é que os chefes desses jovens tenham paciência e que tentem ouvi-los para aumentar o engajamento deles com a empresa. Para aumentar a taxa de retenção desses profissionais, listamos abaixo algumas dicas:

1) Inspire-os – Esses jovens precisam de espelhos, de referências.
2) Diálogo – É preciso ouvi-los e deixar os canais da empresa abertos desde o cargo de maior hierarquia até a base da pirâmide todos precisam sentir que são iguais e que tem voz.
3) Desacelerar – Mostrar a eles que o trabalho ao mesmo tempo que é rápido e dinâmico, os resultados são cadenciados.
4) Valorize-os– Essa geração não sabe lidar com a falta de valorização do seu trabalho ou com a indiferença dos seu superiores. Definitivamente isso é uma das principais razões pela qual eles procuram outro emprego.
5) Treinamento – Eles querem novas experiências, variadas gostam de se sentir desafiados a buscar novos conhecimentos. Treine-os para novas probabilidades e capacitações. A sensação de estar sempre aprendendo algo é confortante.
6) Bem-estar – As empresas precisam se preocupar genuinamente com o bem-estar do funcionário. Pode parecer clichê, mas isso nem sempre é uma realidade.
7) Confiança – É preciso dar oportunidade para o risco, para poder mudar as regras do jogo. Empresas aristocráticas não são assim, elas cumprem rituais e não gostam de conflito. É preciso deixá-los quebrar o protocolo.

 

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