A combinação da crise econômica e da aprovação da Lei da Terceirização em março está desenhando um bom ano para
empresas que oferecem serviços de gestão de profissionais temporários e terceirizados. Segundo grandes companhias do
setor, a mudança na duração de contratos temporários já contribui para um aumento na expectativa de crescimento de
negócios, mas o clima ainda é de dúvidas quanto ao impacto das novas regras da terceirização.

Hoje a estimativa é que cerca de 13 milhões de trabalhadores atuem como terceirizados no Brasil, cerca de um quarto do
total. Embora as funções mais comumente terceirizadas sejam limpeza e segurança, grandes grupos multinacionais atuam
no Brasil na gestão de profissionais temporários e terceirizados em todos os níveis, de cargos operacionais a CEOs,
passando por técnicos especializados.

No caso dos temporários, o serviço existe para suprir necessidades pontuais em
casos de licença e em negócios com característica sazonal ou de projetos, em áreas como vendas e finanças. Nesses casos,
embora o funcionário faça parte da folha de pagamento da gestora de temporários, ele fica alocado e subordinado ao
cliente onde vai trabalhar.

Já a terceirização no geral acontece quando a empresa-cliente quer deixar toda uma área a cargo da terceirizadora – por
exemplo, pós-venda, atendimento ao cliente ou até o RH. Os dois tipos de negócios são mais disseminados nos EUA e
países europeus, onde essas multinacionais têm origem, e a legislação brasileira sempre foi considerada um entrave para o
crescimento do negócio no país. Com as mudanças na lei – e um mercado de trabalho fraco, em que profissionais
qualificados estão disponíveis para ocupar esse tipo de vaga – a perspectiva é mais positiva.


 

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